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domingo, 11 de setembro de 2011

Basquete do Brasil enterra jejum de 15 anos e volta aos Jogos Olímpicos!


O mais rápido, o mais alto, o mais forte. Das três partes do lema olímpico, a primeira foi a que mais castigou o basquete masculino brasileiro. Não foi rápido. De 1996 para cá, o tempo se arrastou sem pressa. Durante 15 anos, afundados no sofá de casa, os jogadores viram pela televisão os Jogos de Sydney, Atenas e Pequim. Foi preciso que surgisse um sábado nublado em Mar del Plata, com frio de rachar e até cinzas de vulcão pairando no céu, para a história dar uma guinada. A vitória por 83 a 76 sobre a República Dominicana no ginásio Ilhas Malvinas enterra quase duas décadas de sofrimento. Em Londres-2012, nada de TV. Se seremos mais altos ou mais fortes, veremos daqui a um ano. Mas já dá para dizer com todas as letras: o Brasil está de volta às Olimpíadas.
Sob o comando de Rubén Magnano, os 12 heróis que acabam de se inscrever na história do basquete nacional atendem pelos nomes de Huertas, Alex, Marquinhos, Giovannoni, Splitter, Machado, Hettsheimeir, Benite, Luz, Augusto, Nezinho e Caio Torres.  Feito que tem sabor ainda mais especial para Marcelinho Machado, que desde 1999 tentava colocar o "olímpico" no currículo. Neste sábado, o ala de 36 anos deixou o banco de reservas para dar uma preciosa contribuição. Foi o cestinha com 20 pontos.
- Representa muita coisa conseguir essa vaga. A gente buscava, trabalhava muito para conseguir isso e não vinha. Mas este ano treinamos muito, abdicamos de um monte de coisas para chegar num momento como esse. É indescritível. Não é questão de tirar o peso, mas de conseguir um objetivo pelo qual batalhamos muito - chorava Machado.
“Olé, olé, olé, olé, Rubén, Rubén”. O grito da torcida argentina antes do jogo, homenagem ao homem que lhe deu um ouro olímpico, bem que podia ser dos brasileiros que estavam bem longe dali. Foi Magnano o técnico que operou uma revolução no basquete nacional. No Mundial de 2010, fez o time jogar melhor, mas esbarrou na incapacidade de definir jogos difíceis. Trauma mais do que superado em Mar del Plata. Além de bater a Argentina na segunda fase, a seleção atropelou Porto Rico e agora derruba a Dominicana, que vai ter de disputar a vaga na repescagem mundial do ano que vem.
Veja no vídeo acima os melhores momentos da vitória brasileira. Neste domingo, às 21h15m (de Brasília), a seleção disputa o título da Copa América com a Argentina, que derrotou Porto Rico no sufoco, por apenas dois pontos.

O jogo
Tirando a homenagem a Rubén, a torcida era toda contra o Brasil. E ficou ainda mais intensa quando os brasileiros levaram dois tocos logo no início da partida: Baez em Huertas, Horford em Splitter. O placar chegou a 9 a 4, mas Martínez levava vantagem sobre Tiago, e Magnano se apressou em substituí-lo por Hettsheimeir. Foi o pivô de 25 anos que, com o cronômetro já zerado e sob fortes vaias, acertou um lance livre e colocou a equipe à frente no fim do primeiro quarto: 18 a 17.
No segundo quarto, a Dominicana voltou forte. Martínez forçou a terceira falta de Splitter e obrigou Magnano a lançar Caio Torres, que pouco vinha jogando no torneio. No lance livre, o pivô caribenho colocou sua seleção à frente pela primeira vez. Era no garrafão que o Brasil sofria, mas Machado compensava nos chutes de fora. Na saída para o vestiário, vantagem curta e prenúncio de drama: 39 a 36.
Na volta, a diferença chegou a cinco, mas o drama se confirmou. Pelas mãos de Al Horford, ficou tudo igual. Machado e Hettsheimeir trataram de subir de novo para cinco, Marquinhos ampliou para oito, mas Martínez não desistia. Incansável, trombava embaixo da cesta feito um touro. Na raça, cortou para três, mas na virada para o último quarto, graças a Huertas, o placar pulou para 62 a 55. Àquela altura, o garrafão verde-amarelo, no entanto, sofria com o excesso de faltas: Hettsheimeir tinha quatro, Splitter, Giovannoni e Marquinhos tinham três cada. Apesar do sufoco, apenas dez minutos de basquete separavam a seleção de Londres.
Rafael Hettsheimer basquete Brasil x República Dominicana (Foto: EFE)
Os dominicanos não se entregavam. Perseguiam os brasileiros por toda a quadra. Mas ainda assim era possível encontrar uma brechinha da linha dos três. Com uma certeira, Caio Torres abriu 66 a 57. Alex também fez a sua. O pecado veio depois. Desperdiçou um contra-ataque com uma andada flagrada pela arbitragem. Levou as mãos à cabeça. Não havia tempo para reclamar ou lamentar. Marcelinho Machado sabia disso e tratou de consertar tudo. Com um chute longo fez tudo se acalmar (72 a 62). O Brasil vibrava. Ainda restavam cinco minutos. 
Ronald Ramon ainda acreditava. E tratava de diminuir a frente. Al Horford fazia o mesmo e ainda tirava Guilherme Giovannoni do jogo, com cinco faltas (76 a 72). Dois lances livres de Marquinhos davam uma folga de seis pontos. Restando 1m40s, nova baixa. Hettsheimeir cometeu a quinta falta. Al Horford converteu mais um pontinho e, para felicidade da seleção, falhou na segunda tentativa. Os olhares já se voltavam para o cronômetro. Marcelo Huertas cadenciava o jogo. E partia para a cesta na hora certa. Mais dois pontos, sete de vantagem. Só faltavam 49 segundos....
Magnano mantinha o semblante calmo. Parecia saber o que estava para acontecer. Ramon seguia infernizando a vida do Brasil, fazendo mais uma de três. A 20s do fim, Huertas foi para a linha do lance livre. Converteu os dois. Era preciso uma defesa forte. Foi o que fizeram. Os dominicanos erraram e ainda fizeram falta em Marcelinho Machado. A essa altura Magnano já comemorava. A missão estava cumprida. O Brasil estava de volta aos Jogos Olímpicos. A festa e o choro estavam liberados.

Cronologia: 10 anos do 11 de setembro!


Atentado terrorista de 11 de setembro completa 10 anos; Veja a linha do tempo completo dos principais acontecimentos desde o ataque

(Crédito: Getty Images)
Três mil pessoas perderam a vida durante o 11 de setembro
Atentado foi planejado por terroristas da Al-Qaeda

O ataque de 11 de Setembro de 2001 foi o maior atentado terrorista já registrado na história mundial. Ao todo, quase três mil pessoas perderam a vida durante o ataque aos Estados Unidos.

O maior dano foi contra as duas torres de escritórios comerciais do World Trade Center, em Nova York. Na manhã do dia 11 de Setembro, dois aviões de passageiros sequestrados por terroristas do grupo Al-Qaeda colidiram intencionalmente contra os edifícios, matando todos os passageiros e tripulantes, além de grande parte das pessoas que trabalhavam nos escritórios do complexo naquele dia. 
 Após o ocorrido, o governo americano invadiu o Afeganistão e começou uma guerra para retalhar as ações dos terroristas. Pouco tempo depois dos atentados o governo americano já tinha descoberto que o responsável por planejar todo o ataque era Osama Bin Laden. O ex-líder e fundador da Al-Qaeda foi encontrado e morto em maio de 2011 por tropas americanas no Paquistão.

O ataque completa 10 anos neste fim de semana e o BDC preparou uma cronologia com os principais acontecimentos relacionados com o ataque e com o exército americano durante este período. Confira:

Dominador, Vettel vence na Itália e pode ser campeão já em Cingapura!


No GP de Cingapura, dia 25 de setembro. A cidade-estado asiática pode ser o ponto final da temporada 2011 após o triunfo de Sebastian Vettel na Itália, o oitavo do alemão neste ano. O alemão da RBR está muito próximo do bicampeonato: com 284 pontos, tem 112 de vantagem sobre Fernando Alonso, da Ferrari, terceiro em Monza e vice-lider do Mundial, e 117 sobre Jenson Button, da McLaren, e Mark Webber, companheiro. Ele leva o título por antecipação se vencer novamente e o espanhol chegar fora do pódio. O inglês e o australiano podem até chegar na terceira posição.
Em uma temporada que pode assistir o maior domínio de um piloto desde 2004, Vettel sobrou mais uma vez em Monza. Apesar de um início complicado, quando foi superado por Alonso na largada, ele deu sorte com a entrada precoce do safety car, por causa de um acidente com Vitantonio Liuzzi, da Hispania. Após o reinício, o alemão fez uma bela ultrapassagem por fora sobre o espanhol na Curva Biassono e ganhou a desejada tranquilidade na ponta.
vettel rbr gp de monza (Foto: Agência Reuters)
Atrás de Vettel, porém, Monza viu uma corrida espetacular. Button terminou em segundo ao superar Alonso após o último pit stop. O espanhol ficou em terceiro e resistiu a uma forte pressão de Lewis Hamilton, da McLaren, nas voltas finais. O campeão de 2008, aliás, travou uma disputa espetacular com Michael Schumacher durante boa parte da prova, com várias trocas de posição e curvas dividodas. O heptacampeão da Mercedes acabou na quinta posição.
Confira o resultado final do GP da Itália, em Monza (306,720km):
1 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 53 voltas em 1h20m46s172
2 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - a 9s590
3 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - a 16s909
4 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - a 17s471
5 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - a 32s677
6 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 42s9937 - Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) - a 1 volta
8 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - a 1 volta
9 - Bruno Senna (BRA/Renault-Lotus) - a 1 volta10 - Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - a 1 volta
11 - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth) - a 1 volta
12 - Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - a 1 volta13 - Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault) - a 1 volta
14 - Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault) - a 2 voltas
15 - Timo Glock (ALE/MVR-Cosworth) - a 2 voltas

sábado, 10 de setembro de 2011

De Blanka a Max Payne, confira 10 games que se passam no Brasil!


Max Payne 3 home (Foto: Divulgação)
O Brasil é novamente cenário de um jogo de videogame com "Max Payne 3", produzido pela Rockstar. Mas no mundo dos jogos, o país sempre esteve em evidência, aparecendo em cenários de games de luta, tendo um personagem brasileiro ou até servindo como parte da história, como no caso do novo título.
O game que chega ao mercado em 2012 traz o ex-policial Max Payne mais velho. Ele ele vem para o Brasil para ser segurança particular de uma família em São Paulo. Na capital paulista, ele entrará em favelas para enfrentar criminosos e traficantes. Uma das marcas tradicionais da franquia é a câmera lenta, que faz com que Payne ganhe um tempo extra para desviar das balas do inimigo e mirar com maior eficácia, estarão no game.
BTC reuniu 10 jogos de videogame onde o Brasil é elemento de destaque; confira:
'Modern Warfare 2 tem missão em favela do Rio (Foto: Divulgação)
'Call of Duty: Modern Warfare 2' (2009)
Na perseguição pelo vilão do game, a tropa do exército norte-americano em que o jogador faz parte desembarca no Rio de Janeiro. Ao investigar uma suposta ligação com os terroristas, o jogador entra em uma favela, sendo recebido a tiros por inimigos espalhados pelos barracos. Os inimigos falam em português.

No modo de partidas on-line do jogo da Activision também há um cenário que se passa na favela, apresentando pontos perfeitos para se esconder e atirar no adversário de um ponto superior.
O brasileiro Blanka enfrenta Honda no Brasil em 'Street Fighter II' (Foto: Reprodução)
'Street Fighter II' (1991)
Um dos personagens mais conhecidos dos games é Blanka, o lutador brasileiro da franquia de luta. Sua aparência mostruosa, de acordo com a produtora do jogo, é porque ele foi criado na floresta após o avião em que estava cair no local.
Ele usa choques elétricos contra os adversários, habilidade que aprendeu com enguias da região.

O cenário do personagem no game é uma vila na Amazônia que, como característica marcante possui uma cobra enrolada em uma árvore. Em “Street Fighter IV”, última versão da franquia, o cenário de Blanka também é no Brasil, em uma ponte no meio da Floresta Amazônica.
Sean é lutador brasileiro de 'Street Fighter III' (Foto: Divulgação)
'Street Fighter III' (1999)
Embora não se passe totalmente no Brasil, assim como "Street Fighter II", a terceira versão do famoso game de luta da Capcom para fliperamas e consoles tem personagens e cenários brasileiros.
Um deles é Sean, descendente de japoneses e que é discípulo de Ken. Seu cenário, apresentado em "3rd Strike", é no porto de Santos. Outro lutador é Oro, um mestre das artes marciais japonês de 140 anos que mora em uma caverna na Floresta Amazônica.

Entre os cenários dos combates, está o porto de Santos, da versão “Thrid Strike”, e o Ceasa de “2nd Impact. O cenário de Oro é uma caverna amazônica.
'Ninja Gaiden' tem fase final na Amazônia (Foto: Reprodução)
'Ninja Gaiden' (1988)
Considerado um dos jogos mais difíceis da época, “Ninja Gaiden”, do console NES, tem sua fase final em uma fortaleza localizada na Amazônia. O jogador, na pele do ninja Ryu Hayabusa, que enfrenta os inimigos para vingar a morte de seu pai, viaja pelos Estados Unidos e acaba no Brasil. A dificuldade do game estava em que os inimigos eliminados reapareciam novamente caso o jogador voltasse pelo cenário.

 
Jogador viajava ao Brasil atrás de Carmen Sandiego (Foto: Divulgação)
'Where in the World is Carmen Sandiego' (1985)
Game clássico de PC coloca o jogador na pele de um investigador que roda o mundo atrás de pistas sobre onde está Carmen Sandiego, uma criminosa famosa. Entre as localidades em que o gamer viaja está o Rio de Janeiro. Na tela do computador, há uma explicação sobre o Brasil, contando que o idioma é o português e que o país foi uma colônia de Portugal.

Recentemente, o título ganhou uma versão para o Facebook, mantendo traços do jogo original, sendo posível, no entanto, pedir ajuda para os amigos.
Fase polêmica de 'Counter-Strike' acontece no Rio (Foto: Divulgação)
'Counter-Strike' (1999)
O jogo de tiro em primeira pessoa de PC focado em partidas entre jogadores, mania nas lan houses, tem um mapa criado por fãs que se passa em uma favela do Rio de Janeiro. O cenário apresenta casas abertas e vielas onde os jogadores podem armar emboscadas para os adversários. O elemento foi um dos motivos pelo qual o título chegou a ter a venda proibida no Brasil.

O game ganhará uma nova versão em
2012 chamada “Counter-Strike: Global Offensive” que traz novos mapas, armas
e gráficos renovados.
'Driver 2', do PSone, tem fase no Rio (Foto: Reprodução)
'Driver 2' (2000)
Lançado para o PlayStation original, o título coloca o jogador em um carro para realizar diversas missões que envolvem desde perseguições de inimigos até entrega de encomendas. Uma das fases do jogo ocorre em uma versão genérica da cidade do Rio de Janeiro, com direito as praias e ao Cristo Redentor.

O monumento acaba sendo ponto de encontro da cena final do título, com gangues do Rio de Janeiro e de Chicago, nos EUA “fazendo as pazes” após os conflitos retratados no game, que ganhou nova versão este ano.
'Shadowrun' acontece em Santos (Foto: Divulgação)
'Shadowrun' (2007)
O jogo de tiro em primeira, baseado em um RPG famoso, se passa em uma cidade de Santos, no litoral paulistam, no futuro. Nele, forças mágicas retornam após um sono de 5 mil anos e uma grande corporação luta contra milícias para proteger um artefato misterioso.

A cidade de Santos serve apenas como inspiração para o enredo, que tem como cenários grandes edifícios e favelas do local.
Time 'brasileiro' de 'KOF 94' luta na Amazônia (Foto: Divulgação)
'The King of Fighters 94' (1994)
O game de luta da SNK uniu personagens das franquias de luta da empresa em times que representavam países. Na “seleção brasileira”, os lutadores eram Heidern, Ralf Jones e Clark Steel, nenhum deles nasceu no país. Ainda, como cenário, as brigas aconteciam na Floresta Amazônica, repleta de árvores e com um helicóptero acidentado ao fundo.

Na época, o game foi lançado para os fliperamas, Neo Geo e Neo Geo CD. O Wii recebeu o game por meio do Virtual Console, permitindo que o jogador compre e jogue games antigos, e em uma coletânea para o PlayStation 2.
Jogador defende o Rio em 'H.A.W.X' (Foto: Divulgação)
'H.A.W.X' (2009)Os combates aéreos do título da Ubisoft tem como paisagem a cidade do Rio de Janeiro, que, em 2021, é atacada por rebeldes que lutam contra os Estados Unidos e países da América do Sul. Como parte de um exército privado, o jogador deve defender pontos importantes do local, como indústrias.
A Ubisoft utilizou mapas do Rio para recriar a cidade no jogo, sendo possí vel visualizar ruas pontos conhecidos como o estádio do Maracanã, por exemplo.

PC com Windows 8 vai ligar em menos de 10 segundos, diz Microsoft!


A Microsoft mostrou detalhes do processo de "boot" do novo Windows 8, que deve ser apresentado oficialmente na próxima semana. No blog oficial do desenvolvimento do novo sistema operacional, a empresa afirmou que mudou o processo de inicialização do programa, o que deve cortar o tempo entre o usuário ligar o computador e ter acesso às funções da máquina em até 70%.
A empresa divulgou ainda um vídeo demonstrando um processo de inicialização de uma máquina em cerca de 10 segundos. A gravação mostra ainda o menu inciar do sistema operacional já com a nova interface gráfica MetroUI, que já é utilizada nos celulares com Windows Phone 7.
Demonstração da Microsoft mostra processo de inicialização de PC realizado em 10 segundos (Foto: Divulgação)

Menino mama nas tetas de uma vaca no Camboja!

Um menino de 1 ano e oito meses mama nas tetas de uma vaca há cerca de dois meses na província de Siem Reap, no Camboja, informou seu avô, Um Oeung.


Um menino de 1 ano e oito meses mama nas tetas de uma vaca há cerca de dois meses na província de Siem Reap, no Camboja, informou seu avô, Um Oeung. (Foto: Heng Sinith / AP Photo)
A criança começou a tomar o leite do animal em julho deste ano, depois que seus pais se mudaram para a Tailândia à procura de trabalho. Ele observou um bezerro mamar e repetiu a cena nas tetas da vaca. (Foto: Heng Sinith / AP Photo)


João Kleber Amaral
Como revelamos desde o início da caça ao HB - projeto nacional da Hyundai para enfrentar os populares Gol ePalio -, o terceiro membro da família será um sedã para brigar com Fiat Siena e VW Voyage. “Uma espécie demini-Elantra”, revela uma fonte ligada à Hyundai. De posse dessas informações, mais as imagens do hatch, conseguimos fazer uma projeção próxima do modelo final.
Assim como no Elantra, a traseira será curta e não haverá janelinha espia lateral, reservada aos modelos maiores, como o Sonata. A tampa será alta, e as lanternas (espichadas para as laterais) invadirão a tampa do porta-malas. O projeto prevê as mesmas opções de motor (1.0 e 1.6) do hatch, além de duas versões de acabamento. O lançamento será em 2013. 


João Kleber Amaral

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

MC Martinho canta funk melody caminhando entre o proibidão e a consciência social!

MC Martinho - Foto de divulgação
RIO - A primeira vez em que ouvi o som do MC Martinho foi num baile funk na comunidade do Tabajara, em Copacabana, no ano passado. Na porta da quadra, distribuíam um CD gravado com nove músicas de sua autoria. Uma delas, "Noite de terror", me chamou a atenção pela letra cujos versos lembravam os de um rap proibido. Recentemente, descobri que o cara bomba no YouTube com os clipes das músicas "História real" e "Caminho das rosas", o primeiro com mais de 5 milhões de views. Ambas têm uma batida mais melody, com letras que misturam o infortúnio amoroso com a vida criminosa.
VÍDEO: Veja o novo clipe de "Lágrimas"
Nascido e criado na comunidade de Jardim Catarina, no bairro homônimo de São Gonçalo, o funkeiro Luiz Carlos Martins (Martinho é diminutivo do sobrenome), de 25 anos, diz que se inspira na própria realidade das favelas e do asfalto. A "História real" que Martinho conta e canta fala de uma "novinha" - gíria para mulheres muito jovens - assassinada pelo namorado "guerreiro" (outra gíria que designa traficante de drogas) por causa de uma eventual traição.
- Tenho músicas espelhadas na comunidade. Essa é baseada na morte de uma menina que se apaixonou por um cara que estava envolvido com o tráfico de drogas. Isso aconteceu quando eu tinha 19 anos. Já "Caminho das rosas" foi inspirada naquele assalto com refém em Vila Isabel, que acabou com a morte do bandido diante das câmeras. Curiosamente os fãs fizeram um clipe não oficial com as imagens dessa tragédia e colocaram no YouTube - conta o MC.
Questionado se não teme que seus raps sejam confundidos com os proibidões, que fazem apologia ao crime e que levaram três MCs à cadeia no fim de 2010, Martinho é enfático:
- Não tenho medo. Minhas músicas não fazem alusão a nenhuma facção, não têm palavrão e não sou contra a polícia.
Martinho começou a cantar funk aos 13 anos influenciado por um tio. Como quase todo menino favelado, passou por muitas dificuldades, mas não gosta de se fazer de vítima. Graças a seu sucesso musical, hoje ajuda a sustentar a família.
- Meus pais colocavam álcool na latinha para fazer o arroz quando acabava o gás e eles não tinham dinheiro para comprar. Mas nem gosto muito de falar disso para não parecer sensacionalista. Agora, posso dar uma vida mais digna a eles e a meus quatro irmãos. Vivemos razoavelmente bem. Tenho meu carro e minha casa, mas ainda não consegui chegar aonde quero. Não penso só no lado financeiro. Meu sonho é ter mais espaço na mídia.
Espaço concedido. Curiosamente, Martinho faz mais sucesso fora do Rio de Janeiro. No feriado de 7 de setembro, ele fez show no Espírito Santo. Hoje ele canta em Pernambuco. Seus fãs também estão espalhados por Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo.
- Cerca de 90% da minha agenda é fora do Rio. Meu estilo de cantar, que é um melody consciente, ainda não pegou muito por aqui - lamenta Martinho, que frequentemente é confundido com MC Marcinho. - Confundem pelo nome e pelo jeito de cantar. Para mim, é uma honra, pois sou fã dele.

 

Aluno Nota 10! Corpo do ator Marcos Plonka é enterrado em SP!


O ator Marcos Plonka, em 2003 (Foto: Agência Estado/Alex Silva)
Foi sepultado nesta sexta-feira (9) por volta das 10h30 o corpo do ator Marcos Plonka, no Cemitério Israelita do Embu, em São Paulo. Ele morreu de infarto fulminante nesta quinta-feira (8), em São Paulo, aos 71 anos.
O ator esteve em filmes, novelas e minisséries. Na década de 1990, interpretou na “Escolinha do professor Raimundo” um de seus personagens mais populares: o judeu Samuel Blaustein, com o bordão “fazemos qualquer negócio”. Plonka também integrou o elenco de outros humorísticos e neste ano fez parte da "Escolinha do Gugu", comandada pelo apresentador, na Rede Record.
O ator começou na TV Tupi em "Terror nas trevas" (1963), "Alma cigana" (1964), "O direito de nascer" (1964) e "O machão" (1974). O mais recente trabalho na Rede Globo foi "A diarista", em 2007, com Cláudia Rodrigues.

Nova Arena do Hotel Oásis | Assú/RN!

Nesta Quinta-Feira 15 de Setembro na Nova Arena do Hoel Oásis em Assú/RN tem: DORGIVAL DANTAS, fazendo a quinta do Forró até acabar a sola do chinelo ...