Depois de muita expectativa e especulação, agora finalmente podemos ver Robin quebrando janelas e dentes no mais novo trailer de Batman: Arkham City. O Menino-Prodígio e suas duas fases de desafios são, nos Estados Unidos, o bônus para a pré-compra do jogo nas lojas GameStop. Mas nem tudo está perdido para nós, brasileiros. O pacote do parceiro doCavaleiro das Trevas provavelmente se tornará um DLC pago após o lançamento.
O vídeo – que é, na verdade, um anúcio da pré-compra do jogo na loja – mostra Robin em sua melhor forma, mostrando que pode se virar sozinho sem Batman. Ele possui movimentos próprios, e combos brutais e acrobáticos usando seu bastão.
Vale lembrar que este Robin é Tim Drake, o terceiro a vestir o uniforme vermelho com o R no peito. Dick Grayson, o primeiro, já se tornou o herói Asa Noturna na linha do tempo deste jogo. Ele e a Mulher-Gato terão pacotes de expansão via download independentes, com missões especiais para cada um.
Batman: Arkham City será lançado no dia 18 de outubro para PlayStation 3 e Xbox 360. A versão para PC vai atrasar, e só deve chegar em novembro. Fique com o vídeo:
Começam a circular rumores pelos corredores da Brasil Games Show que a Sony anunciará sábado a fabricação do Playstation 3 no Brasil. Os rumores indicam que a empresa japonesa estaria já com o console em produção e que será lançado já para o Natal.
Contando com muitos executivos importantes da companhia, como o próprio Mark Stanley, diretor executivo do Playstation para as Américas, que confirmou presença na BGS semana passada, somado a um estande de 455 m2, parece certo esse anúncio. A coletiva da Sony está marcada para sábado agora, dia 08, às 15h, e se os boatos se confirmarem será anunciado a produção local do Playstation 3.
Lady Gaga carrega o legado do Queen no proprio nome (o "Gaga" vem de "Radio Gaga"), mas seria ela capaz de substituir Freddie Mercury no posto de vocalista do grupo? O guitarrista Brian May, com que Gaga já colaborou, acredita que sim. Brian tem a intenção de levar o Queen para os palcos novamente nos próximos anos, mas ainda não decidiu quem seria o vocalista dessa vez. "Nós falamos de voltar à estrada o tempo todo, mas tem o problema em relação a quem será o vocalista, para dizer o mínimo", revelou May. Segundo o guitarrista, Gaga poderia ser uma boa opção. "Eu trabalhei com Lady Gaga e ela é muito criativa. Já conversamos sobre ela ser a vocalista, a pessoa que fica na frente", contou o guitarrista, que ainda cogita uma participação até maior de Gaga, nas composições. Gaga, no entanto, não é a única pessoa considerada para o posto que um dia foi de Freddie Mercury. "Nós temos falado em tocar com outras pessoas também. Estamos discutindo a ideia de um programa de TV com participações, mas não está nada certo. E Lady Gaga já disse que quer colaborar com a gente", revelou. O single "You and I", último lançado pela cantora, traz um sample de "We Will Rock You" do Queen, além de ter a participação do próprio Brian May na guitarra. Em 2008, o Queen lançou um álbum com o cantor Paul Rodgers, ex-Bado Company.
Com as lentes de sua máquina, Heymans Piet capturou um evento exótico da natureza. Em Kgalagadi, na África do Sul, o fotógrafo registrou o momento em que uma cobra se alimentava de outra.
“Se eu não tivesse visto, eu nunca teria imaginado que ela tinha acabado de engolir uma outra cobra”, disse Piet, em entrevista ao jornal The Sun.
O fotógrafo revelou ainda que a cena de canibalismo durou aproximadamente 52 minutos. Depois de se fartar se alimentando de um animal de sua mesma espécie, a cobra deslizou satisfeita para o mato.
Embora o novo iPhone 4S não tenha chegado às lojas ainda, supostos smartphones de última geração da Apple já são vendidos em lojas on-line da China por até US$ 940.
Buscando o termo iPhone 4S noTaobao.com, site de leilões e vendas pela internet mais popular da China, aparecem vários supostos aparelhos deste modelo, por preços que oscilam entre US$ 400 e US$ 940.
O novo iPhone 4S lançado pela Apple na última terça-feira (4) chega em 14 de outubro para consumidores de 8 países: Estados Unidos, Canadá, Austrália, Reino Unido, França, Alemanha e Japão. No dia 28, ocorre o lançamento em mais lugares.
'iPhone 5'Em lojas reais na China podem ser encontrados supostos iPhone 5, nome diferente do anunciado pela Apple no último evento. Os smartphones falsos levaram a polícia da cidade de Fuzhou, no leste do país, a apreender 61 aparelhos deste tipo em um estabelecimento comercial, segundo informou a agência oficial “Xinhua”.
Os celulares de última geração apresentavam novidades como a possibilidade de usar dois cartões ao mesmo tempo e navegação GPS, e eram vendidos a um preço muito menor que nas lojas on-line: apenas 30 euros (US$ 45).
O vendedor do estabelecimento onde foram confiscados os iPhone 5 assegurou que os aparelhos procediam de Shenzhen, cidade onde estão as fábricas de montagem de vários produtos da Apple (fabricados por sua sócia taiuanesa Foxconn) .
Deepak Paswaan, de 7 anos, mostrou pela primeira vez o resultado de uma cirurgia que removeu os braços e pernas extras. As imagens foram publicadas no site do jornal “Daily Mail”. O indiano, da cidade de Bihar, nasceu com parte de seu irmão gêmeo, que não chegou a se desenvolver, grudada no peito, o que resultou em quatro membros a mais.
Por causa da anomalia, o menino sofriau com as gozações e preconceito. Mas para alguns devotos, ele era visto como um deus. Peregrinos hindus costumavam visitar a casa de Deepak e acreditavam que ele era a encarnação do deus Vishnu.
Em 2010, a família do menino procurou ajuda para remover os membros e dar à criança uma oportunidade de levar uma vida normal. Especialistas do hospital de Bangalore's Fortis fizeram a cirurgia pioneira que durou quatro horas. A intervenção custaria o equivalente a cerca de R$ 145 mil, mas a família não precisou pagar.
Agora, Deepak só quer saber de exibir os dotes de jogador de críquete pelas ruas da cidade. “Eu posso correr mais rápido que meus irmãos mais velhos - antes eu jamais poderia fazer isso”, orgulha-se ele. “É muito mais divertido. Eu estou muito feliz”, enfatiza.
Antes, ele tinha dificuldade em correr Foto: Reprodução / M
O megahit ‘Baby’, responsável por alçar o cantor Justin Bieber à categoria de ídolo teen, foi a canção escolhida para encerrar sua primeira apresentação no Brasil. Cerca de 40 mil pessoas assistiram ao show, que teve a participação do lutador Anderson Silva dançando no palco durante o bis.
O show da noite desta quarta (06) começou ao som da canção “Love me”. A apresentação, que durou uma hora e meia, começou às 20h, meia hora antes do previsto.
O horário também foi adiantado na abertura dos portões. Uma confusão que começou depois que dezenas de pessoas tentaram furar a fila para garantir um lugar melhor causou empurra-empurra e fez com que algumas fãs passassem mal. Depois disso, a organização liberou o acesso do público ao estádio antes da hora prevista.
Nesta quinta (07), o estádio do Engenhão volta a receber o jovem astro pop. Depois do Rio, Bieber segue para São Paulo, onde faz shows no sábado (8) e no domingo (9), no Estádio do Morumbi. Ele encerra sua primeira passagem pelo Brasil em Porto Alegre, na segunda-feira (10).
Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, maior empresa de capital aberto do mundo, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad.
Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos, que era "simplesmente funciona" (em inglês, "it just works"). O impacto desta visão foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.
A luta de Jobs contra o câncer desde 2004 o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, que escapou da falência no final da década de 90 para se transformar na maior empresa de tecnologia do planeta. Desde então, passou por um transplante de fígado e viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg. Há 42 dias, deixou o comando da empresa.
Foi obrigado a lidar com a morte, que temia, como a maioria dos americanos de sua geração, desde os dias de outubro de 1962 que marcaram o ápice da crise dos mísseis cubanos. "Fiquei sem dormir por três ou quatro noites porque temia que se eu fosse dormir não iria acordar", contou, em 1995, ao museu de história oral do Instituto Smithsonian.
"Ninguém quer morrer", disse, posteriormente, em discurso a formandos da universidade de Stanford em junho de 2005, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário. "Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo."
Nem sempre esta habilidade garantiu o sucesso da Apple, como na primeira versão da Apple TV, computador adaptado para trabalhar com central multimídia que não conseguiu um volume de vendas relevantes. Mas Jobs conseguia minimizar os fracassos: no caso da Apple TV, ele dizia que se tratava de um "hobby", um projeto pessoal que não fazia tanta diferença nos planos da empresa.
Perfeccionista e workaholic, Jobs gostava de controlar todos os pontos da produção da Apple, resistindo, inclusive, à decisão de terceirizar gradativamente a fabricação dos produtos da companhia para fabricantes chineses - plano proposto e executado pelo agora novo comandante da companhia, Tim Cook, e que se mostrou acertado.
Conhecido como um “microgerente”, nenhum produto da Apple chegava aos consumidores se não passasse pelo padrões Jobs de qualidade e de excentricidade. Isso incluía, segundo relatos, o número de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. No dia do anúncio de que Jobs estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra, criador do Google Plus, contou que recebeu uma ligação do presidente da Apple no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do ícone do atalho do Google no iPhone.
Na busca por produtos que fossem de encontro com seu padrão de qualidade pessoal, Jobs era criticado em duas frentes. Concorrentes e boa parte dos consumidores que tentavam fugir da chamado "campo de distorção da realidade" criado pela Apple reclamavam das diversas decisões que faziam dos produtos da companhia um "jardim fechado", incompatíveis com o resto do mundo e restritos a normas que iam além de restrições tecnológicas. Tecnicamente sempre foi possível instalar qualquer programa no iPhone, mas a Apple exige que o consumidor só tenha acesso aos programas aprovados pela companhia.
Internamente, entre alguns de seus funcionários, deixou a imagem de "tirano". Alan Deutschman, autor do livro “The second coming of Steve Jobs", afirma que, ao lado do "Steve bom", o mago das apresentações tão aguardadas pelo didatismo e capacidade de aglutinar o interesse do consumidor, também existia o “Steve mau”, um sujeito que gostava de gritar, humilhar e diminuir qualquer pessoa que lhe causasse algum tipo de desprazer.
Ao jornal “The Guardian”, um ex-funcionário que trabalhou na Apple por 17 anos comparou a convivência com Steve com à sensação de estar constantemente na frente de um lança-chamas. À revista “Wired”, o engenheiro Edward Eigerman afirmou: “mais do que qualquer outro lugar onde já trabalhei, há uma grande preocupação sobre demissão entre os funcionários da Apple”. A mesma publicação contou que o diretor-executivo não via problemas em estacionar sua Mercedes na área da empresa reservada aos deficientes físicos -- às vezes, ele ocupava até dois desses espaços.
Jobs também sempre precisou de um "nêmesis", um inimigo que ele satanizava e ridicularizava em público como contraponto de suas ações na Apple. O primeiro alvo foi a IBM, com quem disputou o mercado de computadores pessoais principalmente no início dos anos 80. Depois, a Microsoft, criadora do MS-DOS e do Windows. Mais recentemente, Jobs vinha mirando o Google, gigante das buscas na internet cujo presidente chegou a fazer parte do conselho de administração da Apple, e que investiu no mercado de sistemas para smartphones com o Android. Jobs ordenou que a Apple lutasse, mesmo que judicialmente, contra o programa que ele considerava um plágio do iOS, coração do iPhone e do iPad.
Do LSD ao Mac O sucesso empresarial de Jobs é ainda um dos principais resquícios da transformação da contracultura dos anos 60 e 70 em mainstream nas décadas seguintes. A companhia que hoje briga para ser a maior do mundo foi fundada após Jobs ir à Índia em 1973 em busca do guru Neem Karoli Baba. O Maharaji morreu antes da chegada de Jobs, mas o americano dizia que havia encontrado a iluminação no LSD.
"Minhas experiências com LSD foram uma das duas ou três coisas mais importantes que fiz em minha vida", disse, em entrevista ao "New York Times". Depois, afirmou que seu rival, Bill Gates, seria "uma pessoa (com visão) mais ampla se tomasse ácido uma vez". O LSD foi a mesma droga que fascinara o inventor do mouse e precursor do ambiente gráfico, Douglas Englebart, cerca de dez anos antes de Jobs.
Coincidentemente foram o mouse e o ambiente gráfico os inventos que chamaram a atenção de Jobs na fatídica visita ao laboratório da Xerox em Palo Alto, em 1979. É uma das histórias mais contadas e recontadas do Vale do Silício, e as versões variam entre acusações de espionagem industrial à simples troca pela Apple de patentes que a Xerox não teria interesse em desenvolver por ações da companhia, que abriria seu capital no ano seguinte.
Fato é que a equipe de Jobs voltou da visita encantada com a metáfora do "desktop" utilizada pelo Xerox Alto. A integração entre ícones representando cada uma das funções do computador, acessadas por meio de uma seta comandada por um mouse, foi a base do Apple Lisa e, posteriormente, do Macintosh.
Com o "Mac", enfim, Jobs conseguiu colocar em prática a visão de que havia desenvolvido em parceria com o amigo e sócio Steve Wozniak, responsável pela criação das soluções técnicas que fizeram dos primeiros computadores da Apple máquinas que mudaram o cenário da computação "de garagem" que vinha se desenvolvendo nos Estados Unidos nos anos 70. Agora, 8 anos após a fundação da empresa, Jobs e "Woz" apresentavam um computador que não era feito para "o restante de nós".
"Algumas pessoas acreditam que precisamos colocar um IBM PC sobre cada escrivaninha para melhorarmos a produtividade. Não vai funcionar. As palavras mágicas especiais que você precisa aprender são coisas como 'barra Q-Z'. O manual para o WordStar, processador de texto mais popular, tem 400 páginas. Para escrever um livro, você precisa ler um livro - e um que parece um mistério complexo para a maioria das pessoas", afirmou Jobs em entrevista publicada pela Playboy americana de fevereiro de 1985.
Na frase, Jobs demostra que queria enfrentar a IBM, gigante nascida no início do século e que, depois de dominar o mercado de servidores corporativos, queria tomar também o setor de computadores pessoais. Para ele, as máquinas da IBM eram feitas "por engenheiros e para engenheiros", e havia a necessidade de criar algo para o "restante", ou, como diria a famosa campanha "Pense diferente" da Apple de 1997, um computador para "os loucos, os desajustados, os rebeldes (..), as peças redondas encaixadas em buracos quadrados".
Saída da própria empresaMas o sucesso do Mac - que viria posteriormente a impulsionar a adoção de ambientes gráficos até mesmo entre os computadores da IBM (com o Windows, criado pela Microsoft) - não evitou que Jobs acabasse demitido de sua própria companhia. As disputas internas entre equipes que queriam investir no mercado corporativo e as que apostavam apenas no consumidor fizeram com que John Sculley, vindo da Pepsi à convite do próprio Jobs, convencesse o conselho de administração de que era hora da empresa se livrar de seu fundador.
Durante a década em que esteve fora, Jobs fez dois investimentos que acabaram, de maneiras diferentes, alavancando o mito em torno de seu "toque de midas". No primeiro, pagou US$ 10 milhões pela problemática divisão de computação gráfica da LucasFilm, empresa de George Lucas responsável por franquias do cinema como Star Wars e Indiana Jones. A nova empresa foi batizada de Pixar, e após emplacar sucessos como “Toy story”, “Vida de inseto”, “Monstros S.A.” e “Procurando Nemo”, acabou sendo adquirida pela Disney por US$ 7,4 bilhões em 2006. No processo, Jobs se transformou no maior acionista individual da companhia de Mickey Mouse.
O outro investimento foi a semente não apenas do retorno de Jobs à Apple, mas teve relação direta com o surgimento da World Wide Web, invenção que impulsionou o crescimento da internet no mundo. Com a NeXT, Jobs desenvolveu computadores poderosos indicados para o uso educacional e desenvolvimento de programas. Um terminal NeXT foi usado por Tim Berners-Lee como o primeiro servidor de web do mundo, em 1991. Em dezembro de 2006, a Apple adquiriu a NeXT, manobra que serviu para incorporar tecnologias ao grupo e trazer Jobs de volta para o comando da companhia.
O retorno de Jobs marca o início de uma era de crescimento para a Apple incomum na história do capitalismo americano. A sequência de sucessos - alguns atrelados a mudanças no paradigma de mercados importantes - inclui o MacBook, o tocador digital iPod, a loja virtual iTunes, o iPhone e o iPad. A maioria destes produtos veio de ideias impostas pelo próprio Jobs. À revista “Fortune”, em 2008, Jobs falou sobre sua tão aclamada criatividade - "sempre aliada ao trabalho duro", como ele mesmo enfatizou. "Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido."
Nesta segunda passagem, Jobs reforçou ainda o legado de um empresário ímpar, que impunha uma visão holística na criação, desenvolvimento e venda de seus produtos, Do primeiro parafuso ao plástico que embalaria a caixa de cada aparelho, passando por custo, publicidade, estratégia de vendas.
Sigilo na vida pessoal A mesma discrição que Jobs impunha na vida profissional - os lançamentos da Apple sempre foram tratados como segredo, aumentando a gerar um movimento de especulação que acabava servindo como publicidade gratuita - foi adotada em sua vida pessoal. Por isso, a luta do executivo contra o câncer no pâncreas foi tratada com muito sigilo, dando margem a uma infinidade de boatos.
Em 2004, Jobs fez tratamento após descobrir um tipo raro da doença. Durante o ano de 2008, Jobs foi aparecendo cada vez mais magro e os boatos aumentaram, até que ele anunciou em janeiro de 2009 seu afastamento da diretoria da empresa para cuidar da saúde. No início de 2011, novo afastamento, até que, em agosto, Jobs deixou de vez o comando da Apple. "Eu sempre afirmei que se chegasse o dia em que eu não fosse mais capaz de cumprir minhas obrigações e expectativas como CEO da Apple, eu seria o primeiro a informá-los disso. Infelizmente, este dia chegou", afirmou, em comunicado.
A vida reservada fez, por exemplo, que Jobs não tivesse contato direto com sua família biológica. Nascido em 24 de fevereiro de 1955 em San Francisco, filho dos então estudantes universitários Abdulfattah John Jandali, imigrante sírio e seguidor do islamismo, e Joanne Simpson, foi entregue à adoção quando sua mãe viajou de Wisconsin até a Califórnia para dar à luz.
Segundo o pai biológico, os sogros não aprovavam que sua filha se casasse com um imigrante muçulmano. Lá, ele foi adotado por Justin e Clara Jobs, que moravam em Mountain View. Seus pais biológicos depois se casaram e tiveram uma filha, a escritora Mona Simpson, que só descobriu a existência do irmão depois de adulta.
Do pai adotivo, herdou a paixão de montar e desmontar objetos. Assim como Paul, Steve não chegou a ser um especialista em eletrônicos, mas ao aprender os conceitos básicos conseguiu se aproximar das pessoas certas no lugar certo. Vivendo no Vale do Silício, conheceu Steve Wozniak, gênio criador do primeiro computador da Apple. Trabalhou na Atari até decidir criar, com Woz, sua própria empresa.
Em mais uma conexão com a contracultura, Jobs teria tido um relacionamento de curta duração com a cantora folk Joan Baez, ex-namorada do ícone da música Bob Dylan, talvez o maior ídolo do empresário.
Casado com Laurene Powell desde 1991, Jobs deixa quatro filhos: Reed Paul, Erin Sienna, e Eve, nascidos de seu relacionamento com Laurene, e Lisa Brennan-Jobs, de um relacionamento anterior com a pintora Chrisann Brennan.
A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foi classificada como a 97ª melhor universidade da América Latina, de acordo com o ranking do QS (Quacquarelli Symonds), do Reino Unido, divulgado nesta terça-feira (4). Para a elaboração do ranking, a QS atribuiu 50% da nota à notoriedade da instituição através de questionários entre renomados cientistas e empresários de todo o mundo, assim como ocorreu no ranking mundial, elaborado em setembro. Dessa vez, a diferença foi que o voto dos empresários valeram o dobro do que na eleição do mês passado. Outro quesito importante na escolha das universidades foi a quantidade de arquivos e páginas pertencentes à instituição que se encontravam na internet. A visibilidade desses arquivos também contou como critério de pontuação. Entre as universidades brasileiras que merecem destaque, a USP, de São Paulo, atingiu a pontuação máxima (100) e ficou em primeiro lugar no ranking. A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) – em terceiro – e a UFMG ( Universidade Federal de Minas Gerais) – em décimo – também estão entre as dez melhores colocadas. O Brasil foi o país com maior número (31) de universidades entre as 100 primeiras, seguido pela Argentina, com 19. fonte:tribunadonorte
Mesmo sem anunciar a data de lançamento da versão brasileira do RPG on-line para diversos jogadores (MMORPG) "World of Warcraft", a Blizzard iniciou a pré-venda do jogo no país. O jogo é vendido por R$ 30 com a expansão "The Burning Crusade" e tem um mês de acesso grátis e terá texto e diálogos em português.
A compra do game pode ser feita em um site especial criado pela produtora ou em revendas autorizadas. Os compradores do game em pré-venda receberão uma camiseta.
As expansões "Wrath of the Lich King" e "Cataclysm" também podem ser adquiridas em pré-venda, sendo que cada uma custa US$ 100. Revendedoras que participam da pré-venda do game afirmam que os jogos serão lançados no final de novembro, embora a Blizzard não tenha divulgado data oficial.
Aqui entre você e eu: dá uma olhada no seu homem, no seu namorado, no seu marido. Repara nele fritando um ovo, coçando o cocuruto, fazendo xixi de porta aberta, chegando do trabalho, saindo pra comprar um pão, falando bobagem com os amigos. Dá uma olhada nele bocejando, nele escovando os dentes, nele metendo o cotovelo na mesa. E quando assiste futebol, não te escuta e espia uma mulher mais dotada que passou por ele na rua? Olha isso tudo e diz cá um negócio: você e ele, é pra sempre?
Você está certa disso? Posso perguntar?
Agora, aqui entre nós de novo: lembra do seu último rapaz. Aquele cara que foi tudo antes do seu atual. O ex. Cava na sua cuca a lembrança de quando o ex não era ex. Quando o ex era o seu futuro. Naquela época, ele era para sempre?
Você estava certa disso, não tava? Posso perguntar?
Ah, meninas, meninas. O amor matou o amor!
POSTO QUE É CHAMA, METE ÁGUA!
Hoje eu quero falar sobre coisas sombrias e coisas rosas. Fiquei pensando nisso tudo depois que esbarrei com um livro do Luc Ferry. O Luc Ferry, vocês conhecem? Ah, o Luc Ferry é bala! É fera radical! E um filósofo do coração. Escreveu em “A Revolução do Amor” que a culpa é nossa. Nós matamos o amor. Como?
Assim: lembra que na pré-história, no tempo dos dragões e cavaleiros (época que mais ou menos precede a 2ª Guerra Mundial), o povo só se casava movido por interesses práticos ou pela vontade do macho. O pai escolhia o destino da filha. O sentimento era um detalhe. Não existia amor nem em SP, nem em Catolé do Rocha. Tudo na base do acerto.
Pois bem. Hoje, não!
Hoje a gente pode viver relacionamentos unicamente cimentados por querer o outro. Hoje você pode e deve se casar por amor. O Romeu e a Julieta não teriam nada pelo que sofrer na Guarulhos dos anos 2010.
Só que isso deu numa zebra! Fez com que querer o outro fosse a coisa mais insustentável do mundo. Antes, nos tempos do Pôncio Pilatos, as coisas duravam até que a morte promovesse divórcios irredutíveis (mesmo que as pessoas só vivessem uns 27 anos). Os romances eram infelizes mas duravam. Agora que a gente tem a possibilidade de ser feliz, de viver um amor livre e espontâneo, olha só que beleza:
1) Não somos tão felizes assim e
2) O amor não dura!
Ó! Você, neste momento, mete uma mãozinha na têmpora, mete a outra mãozinha na têmpora restante, faz cara de desespero e dá um grita de fim do mundo, à Munch: “Ah, a dor, a dor! 2012! Acabou-se tudo!” E foi assim, moças, foi assim e sem menos que o Luc Ferry assassinou, com requintes de intelectualidade, o seu e o meu relacionamento.
MAS… Mas eu dizia que pensava nessa catástrofe toda depois de esbarrar com o livro do Ferry (acho que não tem tradução ainda no Brasil, a minha edição é portuguesa). Acontece que o Ferry anda onipresente na minha vida. E por um desses esbarrões do destino, eis que tropeço no grande filósofo quase que carnalmente. Ele esteve em São Paulo estes dias. Veio a palestrar. Palestrou. E quem o viu palestrando, o viu dizer que, apesar de tudo, amar ainda vale a pena.
Sim, estamos mesmo meio perdidos, meio com medo de tudo (diga pra mim se você não tem medo de tudo: de perder o emprego, da violência, do aquecimento global, de ser infeliz, de não ser amada?). Mas é isso o que torna, ao mesmo tempo, tão importante você ter fé no amor. Num mundo com a religião meio capenga, com a política meio sem charme, num mundo meio qualquer coisa, a gente precisa acreditar em algo 100%, no último reduto do humano.
O amor…
CIENTISTAS NÃO COMPROVAM
Isso tudo me fez pensar em números e em cientistas. Moças, eu sou fã dos cientistas do amor. Eu não quero saber se o táquion corre a passos de moonwalk ou se o nêutron andou pregando peças no Einstein. Quando eu olho para um moço de jaleco branco, eu quero um moço que mire o microscópio rumo ao coração do universo. Eu quero soluções românticas. Porque, no fim, o mundo gira mesmo em torno da paixão.
LUC FERRY E ELISABETH BADINTER, DOIS ENTENDIDOS NO ASSUNTO
Portanto, fui ver o que os cientistas tinham a dizer sobre a duração dos relacionamentos.
1) Uma rápida pesquisa em uma universidade americana me diz que pesquisadores de lá apostam que a paixão dura dois anos. Dois anos e meio com alguma sorte química. Sim, sim, garotas. Você e eu, ela e ele, somos quimicamente inviáveis.
2) Já nos anos 60, uma psicóloga americana sussurrou que a paixão poderia sobreviver até uns três anos, mas não mais. Mas por que, você, eu e todo mundo perguntamos? Porque o cérebro da gente não aguenta ficar excitado por muito tempo. Ele precisa broxar de vez em quando, precisa de um cigarrinho amigo de vez em quando.
3) E tem a francesa, que não é cientista, mas filósofa, e se chama Elisabeth Badinter. Ela taca os maiores baldes de água congelante no nosso sangue madaleno e quente. Diz que o futuro dos relacionamentos é um não-futuro. Diz que no tempo em que viver um grande amor era coisa proibida, uma coisa Abelardo e Heloísa, uma coisa excitante, escondida, aventuresca, nessa época valia a pena lutar pelo romance. Hoje, agora que tudo pode, perdeu a graça. Não há mais combustível para a paixão. Diante de qualquer espirro, a vela murcha e qualquer um abandona a caravela em busca de uma nova canoa.
Eu li e eu escutei tudo isso. E sabe o que eu acho, meninas? Eu acho que tá todo mundo certo. Mas, olha só, tá todo mundo errado também! Verdade, muito provavelmente esse cara que tá aí ao seu lado um dia será passado. Será ex. Quanta gente separando! E os divórcios estão mesmo vencendo no primeiro turno, batendo na casa do 60% na Europa. Mas… Mas esse povo todo esquece de duas coisas lindas do sujeito exageradamente humano:
1) A primeira é que todo mundo no planeta tem a maravilhosa capacidade de se considerar umaexceção. Todo mundo acha que com a gente vai ser diferente. O amor vai durar!
"COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ", UM FILME PARA INSPIRAR A AMNÉSIA CRIATIVA
2) E o segundo esquecimento é esquecer que a gente esquece! Sim, sim! O ato de borrar a mente, de passar um branquinho no coração, de restartar a alma! Sim, moças! Eu acredito em amores eternos porque, ora só, porque a gente é capaz de esquecer! E porque somos seis bilhões de exceções! Sim, sim! Claro! A gente toda hora se esquece dos nossos amores atuais.
Até que, numa manhã qualquer, o sujeito ali, acordando ao seu lado com o despertador no ouvido e o mau humor na garganta, poxa, nesse dia, esse sujeito ali, não sei por que, não sei como, nesse dia você olha pra ele e é capaz de dizer, num grito estarrecedoramente silencioso: “poxa, eu amo ela, eu amo ele”.
Isso se chama apaixonar-se novamente. Pela mesmíssima pessoa de todos os dias.
E é por isso, minhas garotas, porque você e eu somos capazes de nos apaixonar de novo e de novo e de novo pela mesma pessoa, que eu digo: esquecer é a grande salvação do amor.